domingo, 29 de novembro de 2009

É só um cogumelo


Uma piadinha:

Hospital psiquiátrico - O teste da banheira
Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
Dedicado a todos os meus amigos que escolheram o balde...

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Caça português


Vai ser lançado em 2010 o novo caça português.


Mais uma piadinha:

O dono do bar estava quase fechando seu estabelecimento quando aparece um bêbado e começa a discutir com ele:
— Você viu, meu chapa, o Lula só faz cagada!
— Me desculpe! — diz o dono do bar, bravo — Não gosto de assuntos políticos no meu boteco!
— Ahhh... Então, você viu o jogo do Vasco?
— Também não quero assunto de futebol aqui dentro!
— Poxa... Pelo menos pode falar de sexo aqui?
— Ah, agora tu tá falando a minha língua... De sexo você pode falar...
— Então eu quero que você se f***da!

domingo, 22 de novembro de 2009

Minha futura esposa


O casamento já está marcado para o dia 31 de fevereiro de 2010.


Uma piadinha para o domingão:

No berçário, o menininho assedia a menininha:
— Olá, você vem sempre aqui?
— Só quando eu nasço!
— Eu também! — e pouco depois: — Eu sou um menino!
— Como você sabe?
— Espera só a enfermeira sair que eu te mostro.
Assim que a enfermeira sai:
— Pronto, ela já saiu — diz a menina.
— Agora me mostra como você descobriu que é um menino!
O menino levanta a coberta e diz:
— Olha aqui pra baixo...
— Tô olhando, o que é que tem?
— Tá vendo meu sapatinho? É azul!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Mijadinha


Nem as crianças não respeitam mais ninguém.


Uma piadinha:

O pequeno índio pergunta para o Cacique:
— Cacique Touro Valente, porque todo índio ter nome engraçado?
— Ser muito simples — explica o Cacique. — Sempre que nasce novo índio, primeira coisa que mãe vê quando acaba de dar à luz, virar nome de filho.
— Ah! Então por isso minha irmã chamar Lua Brilhante?
— Isso mesmo, irmã de você nasceu noite muito bonita!
— Por isso nome de irmão ser Águia Dourada?
— Sim... eu ver que você entender direitinho, Burro Cagando!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Quando acabar o petróleo e o gás natural, ainda haverá uma solução, fale com o Robervaldo.



FRASES FILOSÓFICAS:

Você sabe que está ficando velho quando as velas custam mais caro que o bolo.

A primeira amnésia a gente nunca esquece.

A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com a mesma coisa boa como se fosse a primeira vez.

Não existem ateus numa pane de avião.

No avião o medo é passageiro.

Nos restaurantes baianos, a pressa é inimiga da refeição.

Quem não tem cão... não gasta dinheiro com veterinário.

Nunca deixe pra amanhã... o que você pode fazer depois de amanhã.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Dicionário Goianense

Para quem pensa que somente o paraense tem um linguajar somente seu, veja abaixo como é lá nas paragens do Goiás...


Deixa eu te falar - Com a variação “Ow, deixa eu te falar”. Introdução goiana para um assunto sério. Nunca, mas nunca mesmo, chegue para um Goiano falando diretamente o que você tem que falar. Primeiro você tem que dizer “ow, deixa eu te falar”, para prepará-lo para o assunto. Em Goiás você precisa seguir o ritual de uma conversação.
Ex.: 'E aí, bão? E o Goiás, hein? Perdeu! Tem base? É por isso que eu torço pro Vila. Oww, deixa eu te falar, lembra aquele negócio que eu te pedi...' A forma abreviada é “te falar”.
Custoso - Essa foi muito bem lembrada, nos comentários.. Na definição dela significa teimoso. Também ouço como se fosse algo que dê trabalho.
Ex.: 'Esse moleque é custoso demais da conta!' alguém custoso seria alguém que apronta muito!

Tem base? - Expressão tão goiana que existe até em slogan impresso em bandeiras e camisetas exaltando o estado: 'Sou goiano. Tem base?'. Pode ser traduzido como 'Pode uma coisa dessas?', só que usado com muito mais frequência.

Chega dói - Chega a doer. Ex.: Deixa eu te falar, essa luz é tão forte que chega dói a vista. Na verdade essa forma pode ser usada com quaisquer outros verbos combinados com o verbo 'chegar'.
Ex.: chega arranha, chega machuca, chega engasga. 
 
Chega doeu - Chegou a doer, ou s eja, o passado de “chega dói”.
 Nota do Gump: Muita gente não entendeu o porquê desse verbete no passado se já se usou o verbete no presente; afinal tratar-se-ia de conjugação verbal simples, não é mesmo? Mas a fato é que quando existe uma conjunção verbal, é o verbo auxiliar (chegar) que determina o tempo da conjunção. No Goianês é diferente. É o verbo principal que é conjugado. 
 
Encabulado - Impressionado. Ex.: Estou encabulado que você nunca tenha ouvido alguém falar 'chega dói' antes.
 Nota do Gump: Também fiquei impressionado (ou encabulado, em goianês) com a quantidade de gente que não entendeu esse verbete aqui. Chegam a colar a definição do dicionário, como que querendo provar que a palavra existe! Mas a palavra existe mesmo, eu nunca disse que não! Só não tem, no dicionário, o sentido usado no Goianês. Isso é igual explicar piada! 
  
Uai - Palavra que normalmente não tem sentido, mais ou menos como o tchê do gaúcho. Usado normalmente em respostas. Ex.: Pergunta: Goiano, você vai à festa hoje?; Resposta: Uai, vou!.
Nota do Gump: Dá impressão que o uai é parecido com o ué usado em outras regiões. É o mesmo uai do Mineiro, uai. Mas o ué muitas vezes é usado no caso de a pessoa achar a pergunta estranha. Cheguei a me revoltar bastante com o uso do 'uai' nas frases quando vim pra cá, pois achava que as pessoas estavam insinuando que eu estava perguntando alguma idiotice. Só depois aprendi que as pessoas falam uai por falar. 
 
Num dô conta - Pode ser traduzido como Não consigo, Não sei, Não quero, Não gosto, etc. No resto do país, “não dar conta” é usado mais no sentido de 'não aguentar'. Por exemplo: Não dei conta do recado, ou Não dou conta de comer isso tudo sozinho. Já aqui em Goiás é usado para quase tudo. Ex.: Num dô conta de falar inglês ('não sei falar inglês'); Num dô conta de continuar em Goiâ nia nas férias ('Não quero/não aguento continuar em Goiânia nas férias); Num dô conta de imprimir usando esse programa ('não sei imprimir usando esse programa').

Bão? - Goianês para 'Tudo bem?' Também é usada a forma bããããão?

Tá boa? - Goianês para 'Tudo bem?' usado para mulheres. Em outras regiões do Brasil seria interpretado de outra forma....
  
Bão mesmo? - É comum usar o 'mesmo?' depois de coisas como 'e aí, tá bom/bão', como se pedisse uma confirmação de que a pessoa tá bem e não apenas fingindo que está bem.

Piqui - Pequi, fruto típico de Goiás, bastante usado na culinária Goiana. (É bão demais da conta, uai!)
 
Mais - substituto goiano da conjunção 'E'. Ex.: Eu mais fulano estamos no Goiás.
 
No Goiás - Em Goiás.

Na Goiânia - Em Goiânia.

Pit Dog - Uma espécie de filho bastardo de uma lanchonete com uma barraquinha de cachorro-quente. Apesar desse nome estranho, os sanduíches são muito bons!
 
Queijim - Rotatória.
 
Mandruvá- Mandorová.

Coró - mesmo que mandruvá, só que não pica e nem queima.
  
Dar rata - Algo como cometer uma gafe. Ou seja, dar rata é o goianês para 'fazer gumpice'

Calçada - Pode significar: 1. Lugar para estacionar carros; 2. Local onde se colocam as mesas dos botecos e restaurantes. Note que não existe em GoiC3s calçada no sentido de lugar para pedestre, pois não sobra espaço para pedestres entre os carros e as mesas.Nota do Gump: Ok, essa foi uma reclamação minha. A única de verdade. Nada contra os botecos. É muito agradável aproveitar o clima gostoso que faz à noite por aqui sem ser no lado de dentro de um bar. Mas que fique um espaço pro pedestre, né? Ter que ir pro meio da rua porque a calçada está tomada por bares e carros (nesse último caso, não tem desculpa!) é phodda. (Mas esse negócio de mesinha na calçada é inspiração francesa. Em Paris não é assim?! Nóis é chic, benhê!!!!)

Anêim - Algo que parece ter vindo de 'Ah, não!', que virou 'Ah, nem!' Mas às vezes é simplesmente usado na frase com um sentido de desagrado. Quando vejo escrito por aí, vejo o povo escrevendo 'anein', 'aneim', 'anêim' e outras variantes. Ex.: se eu ia viajar com a turma e de repente não posso mais, alguém exclama: Anêeeim, Gump! Que pena!'

Arvre - Árvore (isso me lembra 'As arvres somos nozes')

Arvrinha - Árvore pequena.
 
Arvrona - Árvore grande.


Madurar - Amadurecer.

Corguim - Lê-se córrr-guim. Diminutivo de corgo.

Corgo - Lê-se córrr-go. Córrego.

Quando é fé - Algo como “de repente” ou “até que”. Ex.: 'Estava no consultório do dentista, ouvindo aquele barulhinho de broca, e quando é fé sai um meninin chorando de lá.'
  
De sal - Salgado. Ex.: Pamonha de Sal. (Eu jurava que era de milho... dãã)
 
De doce - Se 'de sal' é salgado, então 'de açúcar' é doce, certo? Errado! Em Goiás as coisas não são doces, elas são de doce.&nbs p;

Caçar - Procurar. Goiano não procura, goiano caça. Ex.: 'Estive te caçando o dia inteiro'. 'Não sei onde está, mas vou caçar esse papel para você.'
 
Trem - Qualquer coisa pode ser chamada de trem, inclusive um trem. Ex.: 'Ôôô trem bão!' (ô, coisa boa!) Já ouvi até mesmo a seguinte declaração de amor: 'Te amo, Trem!'.
 
Demais da conta - Em Goiás, deve-se evitar utilizar a palavra 'demais' isolada. A forma correta é 'demais da conta'. Ex.: 'Gosto disso demais da conta!'. 'Conheço a região demais da conta!'


Barriga-verde - como já ouvi aqui em Goiás, 'pra baixo de São Paulo todo mundo é gaúcho'; portanto o termo barriga-verde nada tem a ver com o usado no sul, que significa 'catarinense'. Barriga-verde aqui é um novato, alguém que ainda está 'cru' numa determinada coisa.
 
Disco - Um tipo de salgado frito (feito de carne moída temperadinha, amaciada com pão véi moiado. A gente faz uma almôndega, amassa pra virar "disco", passa no ovo e na farinha de pão e frita. Fica bão que só se vendo!)
  
Voadeira - Voadora (o golpe, agressão).

Ou quá? - Algo como 'ou o quê?'. Ex.: 'Você vai sair com a gente ou quá?'

Vende-se este - Aqui em Goiânia é muito mais comum ver placas dizendo 'Vende-se Este' colada num carro, do que simplesmente 'Vende-se'. É como se quem escreveu pensasse 'vende-se? Vende-se o que?', mas também ficasse com preguiça de escrever 'Vende-se este carro'. Fica o meio termo.
 
Final de tarde - Sabe aquela mania chata das propagandas de uma marca de cerveja de tentar mudar a quarta-feira para Zeca-Feira e o Happy Hour para Zeca-Hora? Pois é, ao menos o Happy Hour já foi aportuguesado por aqui. Chama-se 'Final de tarde', e na prática é o happy hour: você sai do trabalho e vai tomar uma com os amigos. Acompanha espetinho e feijão tropeiro, é claro!
 
Fíi - Creio que vem de 'Filho', é usado no fim da frase, como se fosse um 'tchê' gaúcho ou um 'meu' paulista. Ex.: 'Esse é o melhor, fi!', 'Nossinhora, fi! Bão demais da conta!'.
 
Coca Média - Refrigerante médio é o de garrafinha de 290ml. Ou seja, o menor que costuma ser vendido em restaurantes. Nota do Gump: Na última vez em que estive em Curitiba pedi uma coca média, por costume adquirido em Goiânia, e a mulher ficou me olhando sem entender. :)
  
Desse tipím - Expressão usada quando se concorda com um fato, ou compara alguém. Ex. Meu menino não me ajuda em nada em casa, só quer saber de internet. Hi, meu fíi é desse tipím...


Pronto! Creio que com esse pequeno glossário, você já pode ir no Goiás, comer no Pit Dog sem dar rata e, quando é fé, sentar à sombra de uma arvrona na beira do corguim!
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Enviado pelo meu primo Marcello Pacheco que mora lá pertinho, sô.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Minha sogrinha


Eu gosto da minha sogra, só foi uma brincadeira.



O CONTO DA BONECA DE CROCHÊ:

Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo. Não haviam segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela. Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria. Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares. Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou;
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê. O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.

PRECE:
Senhor, dá-me sabedoria para entender meu Marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo. Porque Senhor, se eu pedir Força, eu bato nele até matar!!!
E eu não sei fazer crochê...Amém!

Homenagem para a minha namorada que tem muita paciência comigo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Entendeu? Não?! Nem eu.

Acho que quiseram dizer que é proibido casar e pescar ao mesmo tempo.



Mais piadas para relaxar:

Papo no Hospício:
Dois loucos se encontram.
— Quem é você?
— Eu sou Jesus Cristo.
— Quem te falou isso?
— Deus!
— Eu te falei isso!?


Rima Indecente:
Como lição de casa a professora pede aos alunos para fazerem uma rima.
No dia seguinte...
— Diga sua rima Joãozinho: — manda a professora.
— Lavem o canguru com a flor no c...
A professora, indiguinada, pede para ele refazer.
No final da aula, Joãozinho apresenta seu trabalho:
— Lavem o canguru com a flor na bochecha porque no c... a professora não deixa.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Anti-Bush


Não tenho dúvida que essa pessoa odeia o George W. Bush.



Mais piadas de sogras:

O cara chega para o amigo e fala:
-Minha sogra morreu e agora fiquei em dúvida, não sei se vou trabalhar ou se vou pro enterro dela... O que é que você acha?
E o amigo: -Primeiro o trabalho, depois a diversão!!!

O sujeito bate à porta de uma casa e assim que um homem abre ele diz:
-O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?
-É claro! Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra!

Qual a punição por bigamia?
Resposta: Duas sogras!

A mulher comenta com o marido:
-Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe...
- Droga de relógio! Sempre atrasado...